Quarta-Feira, 07 de outubro de 2026

Postado às 13h45 | 07 out 2026 | redação Polícia desarticula esquema de tráfico com drogas da Colômbia para o Alto Oeste do RN

Ao todo, 11 mandados de prisão e 13 mandados de busca e apreensão foram cumpridos em municípios do Alto Oeste potiguar e do estado Ceará. Durante a Operação “Delphinus”,, duas pessoas também foram presas em flagrante pelo crime de tráfico de drogas.

Crédito da foto: Reprodução / PCRN Com 11 prisões e 13 mandados de busca, a operação visa desmantelar a cadeia de distribuição de droga

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte deflagrou, nesta quarta-feira (07), a Operação “Delphinus”, que tem o objetivo de cumprir mandados judiciais contra integrantes de uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas, financiamento de atividades criminosas e ações voltadas à imposição de domínio social em municípios do Alto Oeste potiguar.

Ao todo, 11 mandados de prisão e 13 mandados de busca e apreensão foram cumpridos. Durante as diligências, duas pessoas também foram presas em flagrante pelo crime de tráfico de drogas.

As medidas foram cumpridas simultaneamente nos municípios de Alexandria, Pilões, Baraúna e Bento Fernandes, no Rio Grande do Norte, além de diligências realizadas em Icapuí, no Ceará, e no estado de São Paulo, demonstrando o alcance interestadual da organização criminosa investigada.

Segundo as investigações, o grupo mantinha uma estrutura voltada ao abastecimento e à distribuição de drogas na região do Alto Oeste potiguar.

Os elementos e materiais reunidos durante a apuração apontam que parte das drogas tinha origem na Colômbia e ingressava no esquema de distribuição por meio de uma rota que passava pelo porto de Icapuí, no litoral cearense, seguindo posteriormente para Alexandria e outros municípios da região.

O nome da operação, “Delphinus”, faz referência à figura de um golfinho que, conforme identificado durante as investigações, era prensada nos tabletes de drogas destinados à região do Alto Oeste potiguar, uma marca característica dos entorpecentes distribuídos pela organização criminosa.

A investigação também apura como o grupo atuava na imposição de domínio social sobre a população de Alexandria e de outros municípios da região. O tráfico de drogas era uma das principais fontes de financiamento da organização criminosa, permitindo a manutenção de integrantes e o custeio das demais atividades ilícitas do grupo.

Fonte: www.bnewsrn.com.br

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